Instituições Famílias e Figuras na História de Alcanede e Pernes

Apresentação Alcanede 1 de maio de 2026

Caro Engenheiro Luís Duarte Melo,

Na sua pessoa cumprimento todos os presentes.

É com grande satisfação que hoje conhecemos esta obra da autoria do Engenheiro Luiz Duarte Melo, um contributo valioso para a preservação da memória coletiva de Alcanede e Pernes.

Este livro surge como uma sentida homenagem às instituições, às famílias e às figuras que ao longo dos séculos moldaram a identidade histórica e cultural destas terras.

Através de uma abordagem cuidada e rigorosa, o autor resgata histórias, tradições e testemunhos, que ajudam a compreender o papel destas comunidades no contexto regional e nacional, reforçando o sentimento de pertença e continuidade entre gerações.

Nesta evocação da história local, é também incontornável recordar Simão Froes de Lemos, historiador que nasceu em Pernes, viveu em Alcanede, e cujo percurso intelectual deixou marcas relevantes no estudo da região. Falecido em 1759 na Quinta da Franca em Alcanede, Simão Froes de Lemos constitui uma referência maior para todos aqueles que se dedicam à investigação das raízes históriacs destas terras.

Assim, esta obra não é apenas um livro, mas um verdadeiro tributo à memória, ao legado e à identidade de Alcanede e Pernes, perpetuando acontecimentos que merecem ser conhecidos, valorizados e transmitidos às gerações futuras.

Obrigado Engenheiro Luís Duarte Melo pelo trabalho que hoje nos apresenta e que muito irá enriquecer a nossa história.

Bem hajam.

Manuel Joaquim Vieira, presidente da Junta de Freguesia de Alcanede

Alcanede, 1 de maio de 2026

Sr. Eng. Luís de Melo,

Demais autoridades aqui presentes,

Permitam-me na vossa pessoa cumprimentar todos os presentes nesta sessão de apresentação da obra “Instituições, Famílias e Figuras na História de Alcanede e Pernes”.

Rapidamente acedi ao pedido que me foi feito, de partilhar algumas considerações sobre a visão da história local por um jovem como eu.

Pois bem, a meu ver, a história local de um determinado território deve ser conhecida por todos quantos nele habitam. De que vale conhecer o mundo se não conhecemos quem foi Simão Froes de Lemos? Ou Manuel Alves Frazão? Ou António Montez? Personalidades fortemente ligadas à nossa freguesia de Alcanede e que muitos dos alcanedenses nunca ouviram falar.

O tema de que falo (a história local) é diretamente relacionado às pessoas mais velhas de cada lugar, os mais sábios, mais experientes e mais vividos de cada aldeia, que têm a história individual e pessoal e também as histórias coletivas relacionadas a uma aldeia ou freguesia, quer sejam elas histórias de famílias antigas, de locais antigos ou simplesmente histórias da vida quotidiana que marcaram quem as conta.

Os jovens nunca são associados a este tema, talvez porque muitos deles, arrisco-me a dizer, a esmagadora maioria, não se interessa de todo por este tema. Cabe a todos nós, sejamos jovens ou menos jovens, mudar este estigma. Os jovens são o futuro, e um futuro sem conhecimento da história local não é correto. Não há muito tempo ouvi alguém dizer: “É importante saber onde estamos, mas também de onde viemos” e esta frase fez-me pensar que por mais que por vezes queiramos ignorar o passado, até as nossas raízes em certos casos, tudo continua presente em nós, a nossa essência é feita através dos nossos antepassados que fizeram história antes de nós, história essa que os jovens devem conhecer!

Ao longo dos últimos anos tenho realizado várias recolhas de património local, sejam elas tradições orais (cantigas, histórias do antigamente e dizeres populares), fotografias antigas e informações relevantes sobre a minha aldeia em particular e o seu património (a capela, as casas de lavar a roupa na serra e nas pedreiras, por exemplo).

Para mim, é algo extremamente enriquecedor, pois parece que quanto mais conheço a história local, mais me conheço a mim. Nas várias conversas que tenho com os mais idosos da minha aldeia aprendo sempre algo novo sobre aquele tempo, conheço novas e verdadeiras fontes de informação que de outra forma dificilmente irão ser. Arrisco-me a dizer que se não forem dedicadas à história local não passará de uma terminologia de dicionário, e cabe aos jovens mudar isso.

Por vezes, fazer estas recolhas de que falei não dá trabalho nenhum, basta que nos viremos para o lado e conversemos com os nossos avós sobre os seus tempos de escola e as cantigas que lá aprenderam, sobre as brincadeiras que os seus pais e avós lhes transmitiram, sobre tudo o que temos mesmo à frente do nosso olhar e ainda assim não conhecemos.

Programas como o do “Tricentenário da Notícia Histórica de Alcanede e Pernes vêm dar oportunidade aos jovens que queiram colaborar na recolha de elementos ligados à cultura popular da sua aldeia, tal como eu e outros estamos a fazer. É um longo caminho a percorrer, mas fico feliz por ver que cada vez mais há jovens interessados no tema.

Jovens desta freguesia, arregaçam as mangas e partam à descoberta daquilo que é tão nosso, a história local.

Afonso Lopes, membro da Equipa de Inventário de Cultura Popular – Tricentenário da Notícia Histórica de Alcanede e Pernes

Alcanede, 1 de maio de 2026

Caro Presidente Manuel Joaquim Vieira,

Caros conterrâneos,

A todos saúdo e agradeço pela vossa presença para a apresentação de mais este livro.

Começo por enfatizar a relevância da história local.

Ao privilegiar a análise de acontecimentos, os mecanismos de poder, as práticas sociais e as transformações ocorridas em contextos geográficos delimitados, a história local permite compreender os processos de construção de memória e identidade de uma determinada comunidade.

E também fornece valiosos elementos para a historiografia regional e nacional, sob uma perspetiva de proximidade que frequentemente escapa às narrativas de maior amplitude, bem como para os processos de inventário e interpretação do património histórico.

Ao lançar o olhar sobre instituições e seus dirigentes, genealogias familiares e trajetórias individuais, melhor apetrechados estarão aqueles que se interessem pela evolução do tecido social de um território, em múltiplas escalas, e em articulação com eventos históricos de natureza mais ampla.

Instituições, como castelos, câmaras municipais, igrejas, comendas ou irmandades, oferecem a moldura organizacional a um território, representam interesses e identidades coletivas e contextualizam sociabilidades e micro-histórias.

Dão valor simbólico aos cargos que as corporizam, e emprestam poder e distinção social aos indivíduos que os exercem, na certeza de que as pessoas passam e na esperança que as instituições permaneçam.

Contudo, o poder local é também moldado pela permanência de linhagens familiares, especialmente das que se conseguem adaptar ou reinventar diante de mudanças e transformações históricas.

Por isso, e para além da satisfação que possa trazer aos que desejem saber mais sobre os seus antepassados, o estudo genealógico revela os alicerces de continuidade de um determinado território.

Concorre para compreender a persistência de algumas famílias no desempenho de cargos institucionais e para identificar redes familiares, trajetórias de mobilidade social ou padrões de inserção económica e cultural com projeção na comunidade.

Ajuda também a rastrear a transmissão de patrimónios materiais e simbólicos, fluxos de entrada e saída de famílias de ou para outras geografias, ou alianças matrimoniais associadas a estratégias de reprodução social ao longo de gerações.

Já as biografias de personalidades destacam a agência individual e conferem vida e densidade às narrativas.

São os indivíduos que marcam a memória coletiva da comunidade, imprimindo-lhe inovação, servindo os conterrâneos ou transformando as instituições, enfrentando crises ou protagonizando episódios aparentemente marginais, mas reveladores do tempo em que viveram e dos estímulos e constrangimentos com que tiveram de lidar.

Uma vez expostos estes alicerces, importa aclarar as motivações que me levaram a empreender e publicar esta nova obra de investigação, bem como as razões para nela abranger os territórios de Alcanede e de Pernes.

Na génese deste livro, esteve a minha intenção de assinalar o tricentenário da Notícia Histórica e Topográfica da Vila de Alcanede, a primeira obra dedicada ao antigo termo de Alcanede, redigida em 1726.

Três séculos depois, aquela obra continua a revelar-se uma fonte essencial para a história, costumes, património natural e edificado de um território hoje integrado em três concelhos – Alcanena, Rio Maior e Santarém – e treze freguesias – Abrã, Alcanede, Alcobertas, Amiais de Baixo, Arneiro das Milhariças, Espinheiro, Fráguas, Gançaria, Louriceira, Malhou, Minde, Pernes e São Sebastião.

Depois, importa tributar o redator daquele manuscrito, Simão Froes de Lemos, que nasceu em Pernes em 1675 e faleceu em 1759 na Quinta da Franca, Alcanede.

Imbuído do espírito das academias regionais e em rede com outros eruditos do seu tempo, Froes de Lemos seguiu o modelo da descrição corográfica, registando informações para o futuro, que de outro modo se teriam perdido na voragem do tempo e na diluição da memória dos vetustos concelhos de Alcanede e de Pernes, extintos em 1855.

Para estas duas vilas, conectadas na atualidade pelo ensino às novas gerações, e que se podem orgulhar de um trajeto de quase nove séculos, importa refletir sobre o especial valor e potenciais benefícios da história local para as respetivas comunidades.

Observa José Amado Mendes que o surto verificado na historiografia local nas últimas décadas por todo o país não tem sido acompanhado de correspondente movimento ao nível do ensino.

Evidencia o mencionado estudioso o carácter predominantemente centralista dos programas curriculares e recorda aos professores os benefícios advindos de um maior espaço que possa ser dado à história local – porta franca para o estudo do meio que circunda o aluno e para o introduzir na história nacional e universal, partindo “do próximo para o remoto e do conhecido para o ignorado”.

Ademais, como escreveu Almeida Garrett, “a História, lida ou contada nos próprios sítios, em que se passou, tem outra força e outra graça”!

Por outro lado, numa altura em que a academia se vai interessando pela história e património local, importa disponibilizar aos investigadores novos materiais e temas de pesquisa que alarguem, aprofundem e densifiquem o conhecimento histórico e patrimonial do país e das suas comunidades.

Por isto me pareceu adequado que este tricentenário fosse uma oportunidade para levar mais longe o conhecimento sobre o património e especificidades históricas das comunidades de Alcanede e de Pernes, as quais se mantiveram ligadas por um caprichoso modelo administrativo durante quase sete séculos, uma originalidade do Antigo Regime que merece estudo aprofundado.

Assim surgiu a investigação agora publicada, rastreando instituições, deambulando por famílias, muitas delas com vivências simultâneas em ambas as comunidades, e desocultando personalidades que as marcaram, desde a fundação afonsina até à atualidade. 

Objetivo ambicioso, mas possível para quem, como eu, valorize o trabalho colaborativo e em rede com outros interessados, consulte fontes secundárias rigorosas e persista em transcrever, dar contexto e extrair valor às abundantes fontes primárias referentes a este território, na convicção de Rodrigues Marín de que “vale mais uma onça de investigação do que duas arrobas de ciência em segunda mão”.

Este livro foi estruturado em três partes principais.

Em “Instituições e Oficiais” identifico e dou contexto a 70 instituições e cargos na história de Alcanede e de Pernes, agrupadas por seis categorias: igreja, comendas e senhorios, administração e justiça, defesa, assistência ensino e cultura, e irmandades. Para cada instituição, elenco nomes de oficiais que a serviram ao longo do tempo.

“Famílias” constitui uma coleção genealógica de 42 títulos de famílias ligadas ao território.

Em “Figuras” viajo por trechos de vida de 218 personalidades relacionadas com a região, dando enfâse aos seus contributos públicos para a comunidade.

Transcrevo em anexo documentação diversa, que espero que seja útil aos leitores e investigadores que a desejem aprofundar, agora ou no futuro.

Este é um livro para ir lendo, sem pressas.

E com a atitude e curiosidade de quem “viaja por um país estrangeiro”, aqui e além com semelhanças face ao território que hoje conhecemos.

Não vou alongar-me hoje quanto aos seus conteúdos.

Contudo, aqui deixo alguns trechos para estimular a leitura.

Comissão de Melhoramentos do Castelo de Alcanede

Em 1975, ao preparar a celebração do 1.º de Maio junto ao Castelo, com a presença de elementos do MFA, a Junta de Freguesia e moradores de Alcanede constataram que o acesso ao monumento estava degradado.

Surgiu então a Comissão de Melhoramentos do Castelo, liderada por António Fialho, que alargou o caminho e limpou a área envolvente. Graças ao empenho desta Comissão, à disponibilidade da população para oferecer trabalho e materiais, e o apoio técnico da Direção dos Monumentos Nacionais, o Castelo poderia tornar se um espaço de convívio e orgulho local.

João Lourenço

O mais antigo oficial do concelho de Alcanede, sendo dele procurador em 1312. Uma sua corajosa petição apresentava ao Rei D. Dinis várias queixas graves contra a atuação da Ordem de Avis, a quem pertencia o senhorio de Alcanede.

Pero Menino

Falcoeiro régio, a quem o rei D. Fernando encomendou a redação de um Livro de Falcoaria, que ficou famoso em Portugal e Castela. Foi um dos senhores do Jantar de Alcanede.

João Bernardes

Mesteiral de Mata do Rei, a quem o rei D. Duarte deu carta de aposentadoria da atividade de colheita e cura de grã em 1434. A grã ou cochonilha, resulta da ação parasita de um inseto de forma esférica e cor vermelha, desenvolvendo-se sobre as folhas jovens do carrasco (Quercus coccifera). Depois de colhida, seca e pulverizada, a grã era um precioso corante escarlate. Produzia cores desde o rosa ao roxo, e foi largamente usada pelos tintureiros medievais nos mais luxuosos tecidos, bem como pelos pintores de arte renascentistas.

Alcaidessa do Castelo

Temos registo de uma mulher Alcaidessa de Alcanede, exercendo entre 1481 e 1491. Trata-se de D. Beatriz Pacheco, Condessa de Medellín e de Cifuentes, “ilustre e varonil senhora castelhana de família originariamente portuguesa”, dotada de uma personalidade destemida e rebelde, dada a batalhas e a negociações políticas.

Francisco Luís de Lencastre

Agraciado por Filipe IV de Espanha o título de Conde de Alcanede. Comendador e Alcaide-mor de Alcanede entre 1614 e 1657.

Fez uma gestão próxima dos assuntos da Comenda: casa para morada do prior, obras e ornamentos na igreja matriz, gestão patrimonial ativa. Agiu com determinação a propósito do desmembramento da freguesia da Abrã. Promoveu a realização de novo Tombo na Comenda de Alcanede, entre 1640 e 1649 – relevante fonte neste período, e que transcrevo parcialmente no livro.

Manuel Vaz Fagundes          

Nasceu em Alcanede c. 1680. Distinguiu-se na Guerra da Sucessão de Espanha como barbeiro-cirurgião ao serviço do Exército do Alentejo, no Hospital de Campo Maior e Cirurgião-mor dos Hospitais Reais e Campanhas do Alentejo. Promovido em 1716 a Cirurgião-mor do Estado da Índia com mercês régias e hábito da Ordem de Cristo. Mais tarde nomeado tabelião do Público, Judicial e Notas de Vila Rica. O terramoto de 1755 apanhou-o em Lisboa, indo viver para Sintra. Tendo acumulado a elevada fortuna de 30 contos e 800 mil réis, fez testamento em 1756 e institui morgado e capela em Mafra, não esquecendo os seus sobrinhos padres em Alcanede e dotes para orfãs da vila.

Gregório da Silva Coutinho

Nasceu em 1725 na Aldeia d´Além. Embarcou para o Brasil, aprendendo o ofício de boticário com seu tio António Tavares da Silva Coutinho em Goiana, Pernambuco. Homem de negócios, Familiar do Santo Ofício, Capitão-Mor de Ordenanças da Vila de Goiana 1779. Deu origem a uma proeminente família terratenente brasileira, donde destacamos um Ouvidor-geral de Paraíba e do Ceará, o Barão de Goiana, Comendador das Ordens Imperiais da Rosa e de Cristo e Senhor de engenhos), e o Barão de Timbaúba, Coronel da Guarda Nacional.

José Manuel Duarte

Distinguiu-se na defesa militar e liderança política do território durante o longo e conturbado período de 1807 a 1850, compreendendo as invasões francesas, guerras civis e mudanças do liberalismo. Foi Capitão de Ordenanças Juiz da Vila, Presidente da Câmara e Administrador do Concelho de Alcanede.

Inocêncio de Sousa Duarte

Nele recaiu a confiança do povo das freguesias de Alcanede, Abrã Tremês, Fráguas e Alcobertas para contestar a extinção do multisecular Concelho de Alcanede e do respetivo Julgado, em 1855. Por seu intermédio, o povo de Alcanede, Abrã, Alcobertas e Tremês considerava esta medida injusta, absurda e inconveniente, mencionando os “muitos interesses feridos, o desgosto e vexame das famílias” daqui oriundas, ao serem privadas dos “princípios da justiça e dos benefícios da Administração”.

Corpo Expedicionário Português

Recordamos os 49 militares naturais das freguesias de Alcanede e de Pernes mobilizados para o Corpo Expedicionário Português (CEP), no contexto da Primeira Guerra Mundial.

Guerras do Ultramar

O mesmo quanto aos naturais da freguesia falecidos nas guerras travadas entre os militares portugueses e os movimentos nacionalistas emergentes nas colónias africanas de Portugal entre 1961 e 1974.

Casa do Povo de Alcanede

Surgiu em 1968, em resultado do diálogo encetado entre a Junta de Freguesia e a delegação de Santarém do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência.

Dr. Fernando Lopes de Melo

Meu, pai, que aqui exerceu medicina durante 60 anos, sempre com o apoio de minha mãe, aqui presente, a quem muito agradeço pelo constante estímulo a estes meus projetos literários.

Antes de concluir, permitam-me que aproveite a ocasião para apelar ao vosso envolvimento no programa do “Tricentenário da Notícia Histórica de Alcanede e Pernes”, uma iniciativa de cidadãos voluntários com o apoio de entidades públicas, privadas e de órgãos de comunicação social.

Contempla atividades a decorrer ou a iniciar ao longo de 2026 e organiza-se em vários eixos:

  • Homenagem pública a Simão Froes de Lemos
  • Acesso a obras já editadas sobre a história e património (exposição sobre a figura de Froes de Lemos, mostra bibliográfica, arquivos históricos,…)
  • Novo conhecimento sobre história e património (transcrição de fontes primárias, levantamento e jornadas do património, …)
  • Envolvimento das comunidades locais: comunidade escolar, instituições focadas na literacia, fotos e memórias de cultura popular)
  • Publicação de estudos (história, património, biografias, textos inéditos de Froes de Lemos, cultura popular)
  • Roteiros (lugares simonianos, biospot Quinta da Franca)
  • Comunicação do programa (sigam as nossas atividades em www.noticiahistorica.pt e Facebook Tricentenário Noticia Histórica de Alcanede e Pernes).

Agradecimentos

•             Aos que cederam conteúdos para este livro

•             Ao presidente da Junta Manuel Joaquim Vieira, pela sua presença no lançamento de mais este livro

•             Ao Afonso Lopes, pelo belo testemunho que hoje aqui nos trouxe

•             À Direção da ARCA, pela cedência do espaço

•             Aos meus colegas da Comissão Executiva do “Tricentenário da Notícia Histórica de Alcanede e Pernes”: Dra. Clara Albino, Dr. Gabriel Feitor, Dr. Jorge Sobota, Dr. Raúl Violante e Prof. Vitor Serrão.

Concluo, oferecendo um exemplar de “Instituições, Famílias e Figuras na História de Alcanede e Pernes” a um jovem aqui presente, para que veicule e aprofunde a nossa memória e identidade junto das novas gerações.

Luís Duarte Melo

1 de maio de 2026

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